segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Presidente da OAB/RS Subseção de Sobradinho participa do II Colégio de Presidentes, em Bento Gonçalves, de 25 a 27 de novembro de 2010.



Os Presidentes das Subseções da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Rio Grande do Sul, reunidos no II Colégio de Presidentes, em Bento Gonçalves, realizado nos dias 25 e 26 de novembro de 2010, deliberaram e editaram a presente CARTA, nos termos que seguem:

1. VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL:
1.1 HONORÁRIOS: O Colégio de Presidentes: a) deliberou que as Subseções da OAB/RS informem para a Comissão de Defesa, Assistência e das Prerrogativas – CDAP, os escritórios que contratam serviços oferecendo honorários aviltantes, para que a Seccional possa tomar as providências cabíveis, a fim de garantir a dignidade da profissão; b) definiu pela recomendação para que a comissão da tabela de honorários realize um estudo para a fixação de honorários para advogados que atuem como correspondentes e analise a viabilidade de encaminhamento de um projeto para transformar em lei a tabela de honorários, tornando-a efetivamente obrigatória; e c) deliberou para que as Subseções da OAB/RS oficiem à Seccional noticiando casos em que os magistrados aviltem a fixação de honorários sucumbenciais ou intervenham de qualquer forma nos honorários contratuais, recomendando à Seccional, que ao receber tais informações, oficiem ao magistrado e à Corregedoria do Tribunal.

1.2 QUARENTENA PARA INGRESSO NA ADVOCACIA DOS INTEGRANTES DA MAGISTRATURA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO
O Colégio de Presidentes recomendou à Seccional que encaminhe ao Conselho Federal da OAB a Proposta de Emenda Constitucional apresentada pela comissão formada no I Colégio de Presidentes.

2. PUBLICIDADE E PROPAGANDA:
O Colégio de Presidentes indicou fomentar a fiscalização, de forma rigorosa, da publicidade irregular na advocacia.

3. TRIBUNAL DE ÉTICA E DISCIPLINA
O Colégio de Presidentes registrou preocupação sobre a interpretação do artigo 137-D do Regulamento Geral, referente à formalidade das notificações nos processos ético disciplinares considerando a enorme dificuldade do andamento dos processos éticos disciplinares.

4. REPASSE DE VALORES PARA AS SUBSEÇÕES
Deliberou o Colégio de Presidentes que, embora na iminência do reajuste das anuidades, ficará suspensa a reivindicação de repasses proporcionais do aumento, para as Subseções, enquanto não for viabilizado o pagamento do passivo judicial.

5. QUESTÕES CARTORÁRIAS:
5.1 ALTERAÇÃO DO HORÁRIO FORENSE: O Colégio de Presidentes, após discutir o pleito do TJRS para alteração do horário forense, deliberou que a proposta merece análise mais cuidadosa.

5.2. QUADRO DE SERVIDORES: Foi constituída uma Comissão, composta pelos representantes das Subseções: Dr. Luiz Augusto Gonçalves de Gonçalves (Dom Pedrito), Dr. Euclides Aires Copatti (Sananduva), Luis Eduardo de La Rosa D´Avila (Santana do Livramento), Dr. Fernando Luz Lehnen(Taquara), Dr. Sidney Teixeira (Tapejara) e a Dra. Maria Regina Wingert Abel (Novo Hamburgo), para trabalhar o problema nos cartórios judiciais, advindos do reduzido quadro de funcionários, e excessivo número de estagiários e realizar uma análise do PL 120/2009, a qual tratará destes temas em conjunto com a Comissão de Acompanhamento Legislativo da OAB/RS.

5.3 GRAVAÇÃO E DEGRAVAÇÃO DAS AUDIÊNCIAS: O Colégio de Presidentes deliberou encaminhar este tema à Comissão Mista da Seccional, buscando uniformização dos procedimentos  para uma manifestação junto à Corregedoria Geral de Justiça, buscando a obrigatoriedade da degravação e disponibilização do áudio.

6. PROJETOS DE LEI:
O Colégio de Presidentes deliberou que os assuntos relacionados ao porte de arma por advogados e a criação de um Código de Processo do Trabalho, são matérias que merecem o encaminhamento para a Comissão Legislativa do Conselho Federal da OAB.

7. ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS:
7.1 TABELA DE SERVIÇOS PRESTADOS PELAS SUBSEÇÕES: O Colégio de Presidentes sugeriu à Seccional coletar as informações sobre a numeração das contas bancárias para depósito dos valores, relação dos serviços prestados e os preços praticados, entre outras informações como as Comarcas de abrangência das Subseções, para divulgação no “site” da OAB/RS, conforme a proposta apresentada pelo grupo de trabalho formado no I Colégio de Presidentes.
Bento Gonçalves/RS, 26 de novembro de 2010.
 
Extraído do site www.oabrs.org.br 

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Subseção de Sobradinho, idealizadora da Campanha de Doação de Medula Óssea, realizada dia 25 de novembro, na Câmara de Vereadores de Sobradinho, vem publicamente agradecer a todos que de uma forma direta ou indireta contribuíram para o grande sucesso que foi a campanha. Primeiramente agradecemos a Secretaria de Saúde de Sobradinho, as Comissões da OAB/RS Subseção de Sobradinho,  Hemocentro de Santa Maria, Câmara de Vereadores de Sobradinho e aos alunos de Direito da Unisc Sobradinho  que acreditaram na campanha. Agradecemos, também, as emissoras de rádio (Carijinho FM, Gazeta FM, Geração FM, Sobradinho AM) e ao Jornal Gazeta da Serra pelo brilhante trabalho de divulgação, a repercussão foi ótima. Agradecer, por fim, o apoio incondicional de toda a comunidade sobradinhense e região Centro-Serra, pois sem a dedicação e o esforço de todos, dificilmente obteríamos o sucesso que foi a Campanha.
"O doador é alguém que esquece de si mesmo para pensar no outro".
Mais uma vez o nosso muito obrigada a todos, um grande abraço e que Deus nos proteja sempre.
Permanecemos à disposição de todos!!!!!

Subseção de Sobradinho
Gestão 2010/2012

Comunidade de Sobradinho recebe Projeto OAB Vai à Escola


Instalação da iniciativa que leva noções de cidadania, direitos e deveres, foi realizada na noite desta quarta-feira (24).
Com a presença de pais, alunos, professores e representantes da sociedade civil organizada, foi instalado, na noite desta quarta-feira (24), o projeto social OAB Vai à Escola na subseção de Sobradinho.

A coordenadora do projeto, presidente da Comissão Especial da Mulher Advogada e conselheira seccional Carmelina Mazzardo, juntamente com o membro da Comissão Especial da Criança e do Adolescente e da Comissão de Direitos Humanos da OAB/ RS Edu Duda OCampos, palestrou sobre a iniciativa no Salão Paroquial de Sobradinho. Na ocasião, Carmelina e OCampos foram recepcionados pela presidente da OAB local, Ângela Maria Pohlmann Bernhard, e toda a sua diretoria.

No evento, promovido pela subseção em parceria com a Secretaria de Educação do município, Ângela fez a abertura dos trabalhos, destacando a importância da implantação do OAB Vai à Escola em Sobradinho. “Estamos dando o primeiro passo para um projeto que vai beneficiar toda a sociedade. Acreditamos que a OAB deve estar ligada à comunidade, e desta forma desenvolveremos ações práticas em cada uma das escolas”, afirmou a dirigente.

A secretária de Educação de Sobradinho, Anunciata Hermes Colombelli, ressaltou: “Estamos dando um passo muito importante para a educação de nossas crianças, pois o OAB Vai è Escola é um projeto formador da consciência cidadã”, declarou.

Por sua vez, Carmelina fez a apresentação do projeto, observando que o principal objetivo da iniciativa é ir para dentro das escolas e levar noções de cidadania, direitos e deveres.  “Atualmente, todas as pessoas conhecem perfeitamente seus direitos, porém, muitas ignoram seus deveres. E é por isso que vamos às escolas, para explicar que temos direitos, sim, mas temos deveres também”, afir
mou.

Em seguida, OCampos palestrou sobre “O papel da família e o da escola na prevenção das drogas”.

Estiveram presentes a secretária municipal da Assistência Social, Lizelia Becker Vieira; o presidente da Câmara de Vereadores do Município, Jair Cremonese; e a secretária municipal da Saúde, Gilda Rathke.

 

Dra. Ângela Bernhard, Dr. Edu Duda OCampos, Dra. Carmelina Mazzardo, Dra. Giovana de Oliveira, Dra. Cristina Ferreira e Dr. Jacob Limberger


 
Dr. Edu, Dra. Cristina, Dra. Ângela, Dra. Carmelina, Sirlei, Anunciata Colombelli e Dr. Jacob Limberger


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

LANÇAMENTO PROJETO OAB VAI À ESCOLA NO MUNICÍPIO DE SOBRADINHO

Temos a satisfação de informar o LANÇAMENTO DO PROEJTO OAB VAI À ESCOLA no Município de Sobradinho, que acontecerá no dia 24 de novembro de 2010, no Salão Paroquial Católico, às 19 horas. Na oportunidade contaremos com a presença de autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de Sobradinho e como Palestrantes a Dra. Carmelina Ida Mazzardo (Conselheiro Seccional e Presidente da Comissão Especial da Mulher Advogada da OAB/RS) e o Dr. Edu Duda Campos (Advogado, Membro da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto da OAB/RS e Comissão Especial da Criança e Adolescente da OAB/RS) que abordarão sobre o Papel da Família e da Escola na Prevenção do Uso de Drogas.


Ângela Maria Pohlmann Bernhard
Presidente da OAB/RS Subseção de Sobradinho

CAMPANHA DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA

Mais uma vez a OAB Subseção de Sobradinho, buscará inserir-se em nossa comunidade através de realizações práticas que venham ao auxílio de  todos . Para tanto, no dia 25/11/2010, das 9h às 15h, estaremos realizando a "CAMPANHA DE DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA", na Câmara de Vereadores de Sobradinho, juntamente com a Secretaria de Saúde de Sobradinho.
  
                       OAB/RS Subseção de Sobradinho se engaja nesta campanha, porquanto entende ser de suma importância o comprometimento da Ordem com a Comunidade em que está inserida,  e que não há ato maior de cidadania do que a doação ao próximo. Um pequeno ato  pode salvar uma vida.
  
                       Para doar é necessário ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado de saúde.

                    Para doação será retirada uma pequena quantidade de sangue (5 ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais. O sangue posteriormente será tipificado e identificadas suas caracteristicas genéticas será incluido no cadastro de doadores.

                      Se compatível algum doador serão realizados outros exames e confirmado o desejo de realização de doação.

                     O Transplante de Medula Óssea é a única esperença de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue,  por isso, vamos todos nos engajar nesta causa. Todos os colegas e familiares estão convidados à participar. Ressaltamos, contudo, que trata-se de uma decisão pessoal e que cada um tem a plena liberdade de participar ou não da campanha.


Atenciosamente,


ÂNGELA MARIA POHLMANN BERNHARD
Presidente OAB/RS- Subseção de Sobradinho
   Gestão 2010/2012



SEGUEM MAIORES INFORMAÇÕES PARA CONHECIMENTO DE TODOS SOBRE O TEMA.
O que é medula óssea?
É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.
Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?
Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.
O que é transplante de medula óssea?
É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Quando é necessário o transplante?
Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado.
Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Leia mais sobre a doação de medula.


Como é o transplante para o paciente?
Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.
Quais os riscos para o paciente?
A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.
Quais os riscos para o doador?
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
O que é compatibilidade?
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.
O que fazer quando não há um doador compatível?
Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 12 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o REDOME tem mais de 1 milhão e 400 mil  doadores.
O que é o REDOME?
Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no REDOME com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para realizar a doação. Doação de Medula Óssea
O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 1,6 milhão de doadores inscritos e o percentual subiu para 70%. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009.  
Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?
São 61 centros para transplantes de medula óssea e 17 para transplantes com doadores não-aparentados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), INCA, Hospital das Clínicas Porto Alegre, Casa de Saúde Santa Marcelina, Boldrini, GRAAC, Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo, Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Hospital AC Camargo, Fundação E. J. Zerbini, Hospital de Clínicas da UNICAMP, Hospital Amaral Carvalho, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio Libanês.
Quantos transplantes o INCA faz por mês?
A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado. 
O que a populãção pode fazer para ajudar os pacientes?
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.
Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME (redome@inca.gov.br ou pelo tel.: 21-3207-5238).

Passo a passo para se tornar um doador
• Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
• Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
• Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
• Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
• Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!
• Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
• Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
• A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
• É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta que o doador ligue para (21) 3970-4100 ou envie um e-mail para redome@inca.gov.br.
Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).
2. Onde e quando doar
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos
Hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e aos sábados, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 2506-6064.
3. Como é feita a doação
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

Importante

Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME: (21) 3207-5238 / redome@inca.gov.br.
O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.
Como se processa, quem pode ser dador, quem paga a doação. Todas as respostas sobre o transplante de medula óssea.
Como posso ser dador de medula óssea?
Se tem entre 18 e 45 anos, 50 kg de peso (no mínimo), não é portador de doenças crónicas ou autoimunes e não recebeu uma transfusão de sangue desde 1980 e gostava de ser dador voluntário de medula, informe-se, junto do centro de dadores (Centros de Histocompatibilidade do Sul, do Centro e do Norte) da sua região, qual o hospital ou centro de saúde onde se pode dirigir.
Após manifestar intenção de ser dador, deverá preencher um pequeno questionário clínico que será avaliado por um médico. Caso não haja nenhuma contra-indicação, vai ser chamado para fazer alguns testes. Se tudo estiver bem, os seus dados serão guardados numa base informática nacional e internacional.
O anonimato e a confidencialidade são rigorosamente mantidos.
O que é o CEDACE?
CEDADE é a designação abreviada de Centro Nacional de Dadores de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão. Na prática, trata-se do Registo Nacional de Dadores Voluntários de Células de Medula Óssea, criado em 1995, com o objectivo de responder a doentes que necessitavam de um transplante mas não tinham dador familiar compatível.
O que é a medula óssea?
A medula óssea é um tecido de consistência mole que preenche o interior dos ossos longos e as cavidades esponjosas de ossos, como por exemplo os da bacia.
É nesse tecido que existem células progenitoras, ou seja, com capacidade para se diferenciarem e dar origem a qualquer célula do sangue periférico. São as chamadas stem cell ou células progenitoras/estaminais, em português. Estas células renovam-se frequentemente, mantendo um número relativamente constante.
Apesar de genericamente se falar de transplantação de medula óssea, de facto o que se faz é uma reinfusão ou transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula do dador. Estas células saudáveis vão substituir as células doentes e são responsáveis pela formação de novas células saudáveis. Mas para que o transplante tenha sucesso, as células saudáveis devem ser o mais possível compatíveis com as células do doente.
Como se processa a colheita de células de transplantação óssea?
Existem dois processos de colheita de células para transplantação de medula:
Colheita a partir da medula óssea - Células progenitoras colhidas do interior dos ossos pélvicos. Requer geralmente anestesia geral e uma breve hospitalização;
Colheita de células progenitoras periféricas - Colheita feita no sangue periférico, geralmente a partir de uma veia do braço, através de um processo chamado aférese, em que o dador tem de tomar previamente um medicamento que é um factor de crescimento que vai fazer aumentar a produção e circulação de células progenitoras no sangue periférico.
Além destes dois métodos, existe ainda outra fonte de células progenitoras que são as células do cordão umbilical. Neste caso, após consentimento prévio da mãe, as células são colhidas do cordão umbilical quando o bebé nasce. O cordão umbilical tem uma percentagem muito elevada de células progenitoras mas como a quantidade geralmente é pequena, são utilizadas, sobretudo, na transplantação de crianças.
Qual a probabilidade de encontrar um dador compatível?
Considerando todas estas abordagens, aproximadamente 80 por cento de todos os doentes têm, pelo menos, um potencial dador compatível. Esta percentagem subiu significativamente (em 1991 era 41 por cento) depois do esforço que foi feito mundialmente no recrutamento de dadores. Só que nem todos os doentes para os quais foi identificado um dador idêntico chegam à fase do transplante.


Pode um dador desistir do processo após saber que é compatível com um doente?
Como voluntário o dador não tem nenhuma obrigação legal. Um potencial dador com compatibilidade com um doente que necessite de transplante de medula pode, por diversas razões, retirar-se do processo. As decisões individuais serão sempre respeitadas.
Contudo, uma decisão tardia relativamente à desistência pode ter riscos muito graves para o doente. Uma mudança de atitude no final do processo pode ser fatal para um doente que está a fazer preparação para o transplante.
É perfeitamente natural que apareçam duvidas, hesitações ou mesmo recusas quando um dador é contactado. Mas depois de ponderados os prós e contras, o dador deverá tomar uma decisão e saber que, se for alterada tardiamente,  irá afectar não só o próprio mas também o doente.
Quem paga o processo da doação?
Todos os procedimentos médicos que envolvem a doação são cobertos pelo subsistema de saúde do doente, bem como as viagens e outros custos não médicos. Os únicos custos que poderão vir a ser imputados ao dador são os referentes ao tempo que necessita despender no processo de doação.
Só se pode dar medula uma vez?
Não, a medula é um tecido que se regenera rapidamente, pelo que é possível fazer mais do que uma dádiva.




terça-feira, 9 de novembro de 2010

Na reunião, realizada dia 03 de novembro, a OAB requereu melhorias em relação à prestação jurisdicional na Comarca de Sobradinho.Com a presença de advogados, juízes, prefeitos, parlamentares e representantes da sociedade civil, o coordenador das subseções, conselheiro seccional Luiz Eduardo Amaro Pellizzer, designado pelo presidente da Ordem gaúcha, Claudio Lamachia, acompanhou a subseção de Sobradinho em reunião com o Corregedor-Geral de Justiça, Desembargador Ricardo Raupp Ruschel, no Palácio da Justiça.

Na reunião, a OAB requereu melhorias em relação à prestação jurisdicional na comarca de Sobradinho,  relatando as dificuldades que vem enfrentando devido ao estrangulamento do judiciário.

A subseção de Sobradinho apresentou a Ruschel a necessidade da criação da 2ª Vara Cível na Comarca, que abrange seis municípios. Conforme a presidente da OAB local, Ângela Maria Pohlmann Bernhard, tramita cerca de dez mil processos e a Comarca atende 44 mil habitantes. Para Ângela, com o alto número de processos, também se faz necessário a ampliação do número de servidores, que atualmente estão sobrecarregados. “Temos ainda um presídio, que contribui para o aumento da demanda processual. Estamos em uma situação limite, atendendo um alto número de processos", declarou a dirigente.

Ruschel considerou todos os pleitos fundamentais para o pleno exercício da Justiça. No entanto, ele explicou que as limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a questão da decisão do STF sobre os depósitos judiciais estão impedindo investimentos nas unidades judiciais.

A respeito da falta de servidores na Comarca, o desembargador lembrou os impedimentos que o Judiciário vem enfrentado devido à Lei de Responsabilidade Fiscal. Porém afirmou que está programada para o mês de março a realização de concurso público para a nomeação de novos juízes.  “O TJRS e a OAB/RS vem noticiando a situação alarmante das comarcas de todo o Estado, e por isso precisamos debater com as autoridades e com a sociedade meios para solucionarmos esta questão”, destacou.

Segundo Pellizzer, o TJRS, em parceria com a OAB, está buscando uma solução para o problema dos depósitos e verificando uma forma de rediscutir a Lei de Responsabilidade Fiscal no âmbito do Judiciário, que é um prestador de serviços à sociedade. “Também estamos viabilizando uma forma de reverter a decisão do STF sobre os depósitos judiciais e buscando apoio para solucionarmos esta questão o mais breve possível”, afirmou.

Após as exposições ficou acertada a realização de uma reunião com o presidente do TJRS, Desembargador Leo Lima para definir o andamento dos pleitos.

Presenças

Estiveram presentes ainda a Vice-Presidente da Subseção de Sobradinho, Giovana Augusta Sarmiento De Oliveira; o Tesoureiro Vilson Roberto Pohlmann; o Presidente da Comissão do Jovem Advogado de Sobradinho, Jacob Limberger Neto; a Presidente da Comissão da Mulher Advogada de Sobradinho, Cristina Dias Ferreira; a Juíza da Comarca, Fabiane Pagel da Silva; o Promotor de Justiça, Dr. João Afonso Beltrame; o Defensor público Mateus Sanfelice; o Prefeito e o Vice-Prefeito do Município, Julio Miguel Nunes Vieira e Jorge Luiz Pohlmann; o Deputado Estadual, Adolfo Brito; o Vereador Anildo Moraes; o Prefeito de Segredo, Alencar Feron; o Secretario Municipal de Administração, Rogério Carniel; o Vereador de Segredo, Paulo Demichei; o Presidente do Sindilojas, Dr. Fabio Emmel; o advogado Marcos Antonio Lazzari; o Prefeito de Passa Sete, Bertino Rech; o Assessor jurídico do Município, Dr. Nei Frederico Melchior; o Prefeito de Ibarama, Paulo Cezar Sebben; a Assessora Municipal, Dra. Maglyane Ruoso; o Presidente da Camara de Vereadores de Ibarama, Romildo Kluge; o Prefeito de Lagoa Bonita do Sul, Jose Santana Filho; o Presidente e os vereadores da Câmara de Vereadores do município, Paulo Cerentini, Luiz Francisco Fagundes, e Pedrinho Tavares; o Presidente da Câmara de Vereadores de Lagoão, Tiago Augusto Antonio; o 2º sargento da Brigada Militar de Sobradinho, Israel Maciel Felizberto.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


Dirigentes estiveram na sede da Ordem gaúcha na tarde desta quinta-feira (14).

O presidente da OAB/RS, Claudio Lamachia, recebeu, na tarde desta quinta-feira (14), a Diretoria da Subseção de Sobradinho. Estiveram na sede da Ordem gaúcha a presidente, Ângela Pohlmann Bernhard; a vice, Giovana de Oliveira; o tesoureiro,Vilson Roberto Pohlmann; e o presidente da Comissão do Jovem Advogado, Jacob Limberger Neto.

Segundo Lamachia, a criação das CEJAs no Interior do Estado fortalece a atuação da Ordem e a união da advocacia, pois aproxima a entidade daqueles profissionais em início de carreira. A interiorização da Comissão tem sido reforçada pela OAB/RS.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

OAB SUBSEÇÃO DE SOBRADINHO PROMOVE SOLENIDADE DE POSSE DE TRÊS COMISSÕES

A OAB/RS Subseção de Sobradinho promoveu no dia 24 de setembro de 2010, no Sobradinho Piscina Clube, a instalação da Comissão Especial do Jovem Advogado, Comissão Especial da Mulher Advogada e Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto. O objetivo das comissões é servir de apoio à população. A OAB entende que precisa ter um papel mais significativo dentro da Comunidade.
MESA DIRETORA: Dr. Jacob Limberger Neto - Presidente CEJA Sobradinho, Dra. Giovana de Oliveira - Presidente Comissão de Direitos Humanos, Jorge Pohlmann - Vice-Prefeito de Sobradinho, Dra. Angela Pohlmann Bernhard - Presidente Subseção de Sobradinho, Dr. Luiz Eduardo A. Pellizer - Representante da OAB/RS, Dra. Carmelina Mazzardo - Presidente da Comissão Especial da Mulher Advogada e Dra. Cristina Dias Ferreira - Presidente da Comissão da Mulher Advogada de Sobradinho 
Dr. Jorge Luiz Pohlmann - Vice-Prefeito de Sobradinho



 Dr. Luiz Eduardo Amaro Pellizer - Conselheiro Seccional e Coordenador Geral da Coordenadoria das Subseções
 Dra. Carmelina Ida Mazzardo - Conselheira Seccional e Presidente da Comissão Especial da Mulher Advogada

 Dra. Ângela Maria Pohlmann Bernhard - Presidente da Subseção de Sobradinho
 Dra. Carmelina Mazzardo entrega da portaria de nomeação para a Presidente da Comissão da Mulher Advogada
Dra. Cristina Dias Ferreira - Presidente da Comissão Especial da Mulher Advogada

Dr. Luiz Eduardo Pellizer entrega da portaria de noemação para a Presidente da CDH - Dra. Giovana de Oliveira

Entrega da portaria de nomeação para a Vice-Presidente da CDH - Dra. Ângela P. Bernhard

Entrega da portaria de nomeação para a representante da Secretaria de Educação na CDH - Anunciata H. Colombelli
Entrega da portaria de nomeação para a representante do Município de Arroio do Tigre no CDH - Claudia S. Bernardy





 Entrega da portaria de nomeação para a representante da Secretaria de Assistência Social na  CDH - Lizélia Becker Vieira

 Entrega da portaria de nomeação para o representante do Presídio Estadual na CDH - Luis Fernando Martins

Entrega da portaria de nomeação para a representante do Município de Ibarama na CDH - Maglyane Ruoso

Dra. Giovana de Oliveira - Presidente da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto

Dr. Luiz Eduardo Pellizer entrega da portaria de nomeação ao Presidente da CEJA - Dr. Jacob Limberger Neto

 


Entrega da portaria de nomeação para Dra. Cristina D. Ferreira - Membro da CEJA

 
Entrega da portaria de nomeação para Dra. Cintia L. Francesquet - Membro da CEJA

Entrega da portaria de nomeação para Dr. FERNANDO L. DE OLIVEIRA - Membro da CEJA

Entrega da portaria de nomeação para Dra. Maglyane Ruoso - Membro da CEJA

Dr. Jacob Limberger Neto - Presidente da Comissão Especial do Jovem Advogado

 Dra. Ângela e Dra. Carmelina

 Dra. Ângela, Dr. Luiz Eduardo Pellizer

 Dra..Carmelina, Dra. Ângela e Dra. Cristina

 Dra. Ângela, Dra. Giovana e Dra. Carmelina

Dra. Ângela, Dr. Jacob e Dra. Carmelina